A cerca que separa o tempo
O tempo que separa a gente
A gente que separa o mundo
O mundo que separa tudo
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Só você
Poesia foi ouvir você dizer:
"Nem sempre é bom ser esperto
as vezes é bom ser um pouco bobão
o show da vida fica mais engraçado
ganha mais cor
e a gente ri"
Naquele momento,
ganhei uma tarde de sol inteirinha só pra nós.
"Nem sempre é bom ser esperto
as vezes é bom ser um pouco bobão
o show da vida fica mais engraçado
ganha mais cor
e a gente ri"
Naquele momento,
ganhei uma tarde de sol inteirinha só pra nós.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Cronoslogia
sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Você não sabe o que diz
Tem tudo nas mãos
o tempo todo
mas prefere me julgar por atos falhos
Não sou tão bom
eu sei
E você não é mais tão especial como antes
Aprendeu a ser vítima
e a me vestir de assassino
O peso é todo meu
todo meu
Mas acredite,
Não me arrependo de nada
É, o tempo andou mexendo com a gente sim.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Contraste do cotidiano
O pivete de pernas fracas
sempre com a boca seca
com os olhos esbugalhados
sente a respiração a mil
A Senhora de vestido
sua sacola é um mistério
é a sua companheira
mesmo quando não é dia de feira
O drogado tem nome de perigo
tem cheiro de lamentos
seus labios com gosto de medo
punhos serrados de ódio
O trambiqueiro não sabe o que diz
fala tudo o que não deve
deve muito a todo mundo
seu mundo é feito de nada
Ela anda tão tristonha
tem fama de encalhada
seus amores nunca vingam
e já sente o pesar do tempo
Moreno trabalha o dia inteiro
volta pra casa cansado
tem nos olhos esperança
mas chora ao pensar na vida
O torto entra e pede uma cachaça
esbarra na mesa do lado
tira 2 contos do bolso
rasga a guela sem fazer careta
A vendedora maquiada
Com educação esconde s suas dores
cliente satisfeito é cliente feliz
e o lucro é sempre do patrão
E na praça os velhos jogam truco
Um vagabundo ler um jornal
o cachorro sem dono vagueia entre seus milhares de donos
e as folhas insistem em cair
sempre com a boca seca
com os olhos esbugalhados
sente a respiração a mil
A Senhora de vestido
sua sacola é um mistério
é a sua companheira
mesmo quando não é dia de feira
O drogado tem nome de perigo
tem cheiro de lamentos
seus labios com gosto de medo
punhos serrados de ódio
O trambiqueiro não sabe o que diz
fala tudo o que não deve
deve muito a todo mundo
seu mundo é feito de nada
Ela anda tão tristonha
tem fama de encalhada
seus amores nunca vingam
e já sente o pesar do tempo
Moreno trabalha o dia inteiro
volta pra casa cansado
tem nos olhos esperança
mas chora ao pensar na vida
O torto entra e pede uma cachaça
esbarra na mesa do lado
tira 2 contos do bolso
rasga a guela sem fazer careta
A vendedora maquiada
Com educação esconde s suas dores
cliente satisfeito é cliente feliz
e o lucro é sempre do patrão
E na praça os velhos jogam truco
Um vagabundo ler um jornal
o cachorro sem dono vagueia entre seus milhares de donos
e as folhas insistem em cair
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Preciso aprender a ser mais eu
Nada bem
Nada
Cansei
Me sinto preso
assim me falta ar
Liberdade
Liberdade
liberdade
não é sinônimo de fim
Amor não é prisão
Amar não é ser egoísta
Sofrer?
Deixa ventar um pouco mais forte
Deixa varrer
Deixa levar
Tenho confete e lança perfume
mas não posso brincar de carnaval
Quem sabe eu encontre um samba melhor
Quem sabe uma nova canção
um novo segmento
Deixe-me em paz
sofrendo ou sorrindo
mas, deixe-me em paz comigo mesmo
e sejas feliz.
Nada
Cansei
Me sinto preso
assim me falta ar
Liberdade
Liberdade
liberdade
não é sinônimo de fim
Amor não é prisão
Amar não é ser egoísta
Sofrer?
Deixa ventar um pouco mais forte
Deixa varrer
Deixa levar
Tenho confete e lança perfume
mas não posso brincar de carnaval
Quem sabe eu encontre um samba melhor
Quem sabe uma nova canção
um novo segmento
Deixe-me em paz
sofrendo ou sorrindo
mas, deixe-me em paz comigo mesmo
e sejas feliz.
domingo, 2 de agosto de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)

